segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A virilidade veste meia-calça


Depois dos homens metrossexuais, dos gays, dos Justin Bieber's e outros mais, a vez agora é do apresentador, cantor e ator Rodrigo Faro. Nesta edição (Outubro) da revista "TPM" ele posa usando uma meia-calça (7/8). Mas, ele teve o cuidado de se explicar para o seu público. Apelou para a virilidade e disse: "Não me acho lindo, mas tenho virilidade, o que é importante".  Seu Vavá Ortega Botelho já disse que comprará uma. Confesso que também usarei a sete oitavos com meu macacão jeans hollywoodiânus. Pausa para um cafezinho. Virilidade, hein?

A New Age é Queer!

Para quem não sabe ainda o que significa a palavra QUEER eu vou dizer. Queer significa em inglês esquisito com sinônimos mais esquisitos ainda, principalmente, quando se tenta traduzir a lista para o português: boga, pela, viado, etc. Enfim, é uma palavra com a qual o pessoal lá da Bretanha e adjacências apelida os gays. O fato é que depois dos gays, tudo que não é muito inteligível, conforme, adequado vira QUEER. Veja esta modesta senhora de Bariloche. Um típico produto da New Age Generation com uma forte pegada Queer. O cu pesava em baixo, então, ela resolveu levá-lo, literalmente, nas costas. Durma-se com um pantim deste!

Profissionalizando a opinão

Um famoso sociólogo do séc. XIX afirma que a Sociologia é a ciência da opinião. Claro, da opinião fundamentada como diz seu Vavá Ortega Botelho que nunca me deixa esquecer a questão de método. O fato é que para cada parte do corpo temos uma opinião fundamentada. Vejam aí os dois casos. Dentista: "a saúde começa pela boca". Proctologista: "a saúde começa pelo cu". E isto, claro, não deve criar grandes problemas científicos. Da boca ao furico, como diz seu Vavá Ortega Botelho, a única questão a resolver é a de medição das extremidades.

Viril Maranhão X Ricardo Coitinho

Uma rapidinha pelos portais políticos e a campanha de 2º turno para governador aqui na Paraíba já é perceptível. Coitinho, que estava atrás de Viril Maranhão nas pesquisas, depois do elixir de Cássio pode, enfim, respirar. Suprise, admitiu Viril Maranhão que disse "todas as pesquisas falharam [...] perdemos a batalha, mas não a guerra". Isto me faz lembrar do viadão Michel Foucault (teórico francês, bicha contumaz) que ressuscitando um general de trincheira escreveu "a política é a guerra por outros MEIOS". Sim, por outros meios! E nesta história dos meios é que entrou a TV Clube e o jornalista Napoleão (será Bonaparte?) de Castro. Será o intermediador ou o mediador do 1º debate do 2º turno (marcado para o dia 14 deste). O meio insiste em aparecer diante deste meio holofote (palavra que nunca gostei de pronunciá-la por achá-la uma excrescência). O fato é que Ricardo Coitinho chamou Viril Maranhão para debate. Foi aceito. Viril Maranhão disse que irá participar de todos os debates. Que rufem os tambores (não os de mãe Renilda), preparem-se os blogueiros, leitores deste meu blog varonil... A guerra já foi anunciada, mas e a tragédia? Quem protagonizará a tragédia? Antevejo um rio, a margem, o rio... No horizonte o que eu vejo é o bicho.

Ainda somos os mesmos, mas não como os nossos pais

Duas da manhã ouço batidas-surdas. Blog-tiblog. Levanto-me, vou até a cozinha do meu apartamento. Aquelas batidas horrorosas. Em seguida: "uhn, ai, ui, assim tá gostoso... Um explodir de champagne: pluft... xiiiiiii". Putz, o vizinho do 420 está enrabando a Dona Célia. Tadinha, como sofre. Duas da manhã e tendo que satisfazer os instintos sexuais de um bêbado maranhista. Mamãe tivesse vindo aqui pra casa passar a noite, não acordaria viva. Minha mãezinha é muito religiosa. Resolvo, então, para me manter à margem dos sons do amor que vinham do apartamento de cima, ligar o rádio, no meu celular. Caralho!, pensei comigo, não dou sorte. Mesmo na rádio da Universal. Dizia o pastor: "Demônio da dor de dente, sai; sai demônio da hemorróida, vai batendo em retirada". Desligo o rádio, ligo a TV. Sem sinal os canais por assinatura. Troco a antena, cai na TV Bandeirantes. O clássico cine-peito (Cine Privé) exibindo mais uma fantástica série: Emannuelle: o bago mole. Olhei para o lado, Lulu (minha poodle) dormia profundamente, parecia sonhar... Mexia muito as patas como se estivesse correndo; do outro lado, João, meu companheiro...Os cabelos lambendo seus beiços, dormia como uma duende rosa. Quando dei por mim, a voz endemoniada da Elis Regina escapa do quarto dos vizinhos pimbadores: "Mas, é você que ama o passado e que não vê que o novo sempre veeeeeeeeeeeem". Às 7 da manhã encontro com Dona Célia nas escadas do primeiro andar. Ela me sorriu meio tímida e passando à minha frente, naquele rebolando de quem deu e não curtiu, engoliu e não gostou, disse-me: Tenha um bom dia, seu João. E desapereceu sem que eu lhe pudesse retribuir o bom dia.

Oh, Sopa!

Toinho do Sopão (deputado estadual mais votado) deu uma lição para os outros candidatos: o que elege é sopa. Na verdade, sua eleição foi uma sopa. Com 57.592 votos consagra a sua deliciosa sopa. Agora Toinho poderá incrementar na sopa, pode distribuir o pão. Aprendizado político à grega Toinho ensina: Pão e Sopa para o povo é o que elege. Agora só vai dar político na Lagoa: Fernanda Benvenutti distribuirá kit-sexo (para os gays e entidades familiares); Dunga (se prestar atenção, irá distribuir bolas de futebol); Nivaldo, o Manoel (distribuirá produtos de armazém português) e por aí vai. Antônio Mineral dará água mineral platina para o seu eleitorado. Fica aí a lição... Oh, garapa. Ah, mas ninguém vá distribuir garapa na Lagoa. Seu efeito é placebo.

domingo, 3 de outubro de 2010

Vira, Vira, Viroooooooooou

Passado o terrível momento da contabilidade dos votos aqui na Paraíba para governador o resultado: empate. Maranhão, O viril, terá de engolir Ricardo, O coitinho (com as devidas vênias). A surpresa foi nas eleições proporcionais (confesso que votei em Fernanda Benvenutti). O ex-Toinho do Bolo, agora Toinho do Sopão (mais ortodoxo) arrazou nas urnas (surpreendeu de fato, pois havia tentado a eleição para vereador no último pleito e não conseguira). Bateu em Braga, puxou os cabelos de Lúcia, quebrou Nivaldo, bateu em Dunga. Não deu pra ninguém. As pesquisas falharam, os maranhistas se decepcionaram. Na cobertura de algum prédio luxuoso Ricardo deve tá peidando de felicidade. Já Maranhão terá de tomar mais um pouco de Leite de Magnésia (outro produto ortodoxo; serve pra desempaxar) se quiser vencer no segundo turno. Terá de ir para os debates e fingir que sabe defender o que pensa. Deu pra trás, Maranhão... Agora é correr atrás do prejuízo se quiser chegar na frente de Coitinho. E cuidado, Coitinho atrás é um perigo. O exemplo é o primeiro turno. Desta vez não adianta se pegar com a Consult, nem puxar o saco do Ibope. Vai trabalhar Maranhão!

Eleição? Uma bosta!

Seis horas da manhã minha acessora (despertador do meu celular) para assuntos internacionais me acorda dizendo: "São seis horas. É hora de levantar". Tomei um café preto, joguei uma camisa no corpo, calcei minhas adoráveis botinas, passei um gel-pasta sustenta fresco no cabelo e me danei para o ponto-pornô de ônibus. Uma velha me sorriu e no meio do riso gostoso a chapa (dentadura) escapuliu-lhe e ela ficou constrangida (pensei comigo: primeiro sinal que isto tudo será uma merda); fingi que estava tudo bem. O ônibus pára: a grande desgraça: LOTADO! Bem, o dever cívico me chamava. Duas cacetadas na cabeça, pisão no pé, um perfume básico de leite-de-rosas misturou-se com musk-avon no meu nariz... Tentei fingir, mas a nebulosa agitava-se cá dentro do meu nariz. Sem querer, ao espirrar, acertei uma ponta de "catota, meleca" na bolsa de uma senhora que me olhou um pouco indignada, mas nada falou. Enrubesci. Intimamente, indagava-me: o que irei fazer? Que desgraça se abateu sobre mim? No contorno da UFPB deparei com o Porteiro do Inferno, o buzão lotado, um som que vinha dos fundos do ônibus: "De que é feito afinal este teu coração?". Identifiquei na hora o vozeirão: Altemar Dutra. Enfim, tinha ainda um caminho a percorrer... Quando cheguei ao Terminal de Integração começou a Sessão Tortura. Ao descer, tomei um tombo, uma magrela veio-me ajudar, o sapato rasgou, a calça melou numa ponta de cocô. Desgraça, disse comigo. Pensei voltar para casa, voltar a dormir... Saí do terminal e fui para o ponto de ônibus de Bayeux.  Uma hora esperando o buzão. Neste tempo, prestei atenção nos boêmios do mercado da Quinta-feira. Prostitutas sujas, bêbados iletrados dançando a dança da chuva. Aquilo foi me dando uma gastura, um bolo foi se formando na minha garganta... Engasguei. Uma velha amiga apareceu de repente... "João... João, ficou rico, hein? Nunca mais foi a Bayeux... Eita, rapaz, enricou mesmo. Olha só como tá mais gordinho. Casou? Soube que você tá morando... To orando por você, viu?" A antiga amiga, ex-de-todo-mundo, agora era batizada no espírito santo, missionária da Assembléia de Deus, quase me fazia um exorcismo alí mesmo no meio dos bêbados e prostitutas do mercado... Nunca apelei tanto pra chegar à minha seção eleitoral. Enfim, o ônibus chegou e esta antiga amiga foi me explicando os mandamentos e poderes de Deus; falou de Jesus e eu me senti um índio sendo catequizado. E quando pensei que tudo já tinha acontecido, quando desço do ônibus no antigo bairro da minha infância... Arrancaram-me do ônibus, começaram a gritar "João chegou, João chegou"... A rua parou. Pisei numa criança, apalpei uma bunda charmosa, fiz um gute-gute nas bochechas de uma pirralha que diziam ser minha sobrinha postiça... Mas, a merda continuava na barra da minha calça. Enfim, consegui chegar à minha seção eleitoral. Na fila rolava aquelas análises profundas. Ofereceram-me até água. Indagavam-me sobre o gov. Maranhão, sobre a administração de Ricardo. Mantive-me monossilábico o tempo inteiro. Minha vez. Entrei, entreguei a RG. Votei. Enfim, disse comigo: terminou. Agora é volta para casa... Aceno para um carro que faz alternativo. No meio do caminho o motorista atropelha um cachorro e eu entro em choque. Acordo dez minutos depois: Onde estou? Um gordo do bigodão gritava: O senhor pode me ouvir? Sabe dizer quem é? Sabe seu nome? Sente alguma dor?... A imagem do cachorro morto se desfazia em meio a graciosidade preocupada que me indagava quem eu era. A eleição... Ah, nem mais me lembrava. 

sábado, 2 de outubro de 2010

A ciência política do esquecimento e muito mais.

Na infância somos todos cristãos. Aprendemos a ser humanos, generosos. Pregamos a amizade, a caridade, a fraternidade, a humildade e, principalmente, a bondade. Vamos aos cultos ou missas, fazemos a primeira comunhão, somos batizados e, assim, asseguramos nosso lugar no céu. A desgraça está é no crescimento. Aí os nosso valores invertem-se. O que era cristandade vira sacanagem. Desejamos noss@s amig@s do coro, da escolinha dominical; queremos fazer amor com o padre ou pastor. Rogamos a Deus uma estocada  nada generosa e afirmamos a nossa virilidade (nós, os homens!). Na escola todos aqueles aprendizados religiosos são jogados fora; roubamos a borracha mais bonita do colega, queremos formar par com os mais inteligentes, somos interessad@s do que cristãos. Se rogamos a Deus é para que sejamos mais sacanas do que os outros; que sejamos mais putos do que os outros; que tenhamos o Pênis mais potentes do que os outros, principalmente, mais do que o vizinho que tem a senhora mais bela do condomínio. Disto, pois, vem a segunda lição do nosso poeta filósofo-cão (kyon) que indagado por um outro contemporâneo seu a respeito de qual ciência é a mais necessária ele sem titubeios, naquela gravidade cínica diz: "Aquela que ensina a não esquecermos o que aprendemos". É pela política que esquecemos tudo. Ou melhor, é pela política, esta ciência da clarividência, que aprofundamos o nosso sentimento mais profundo, é na política que nos encontramos e exageramos, ao afirmarmos, Deus e os Santos, Cristo e os Apóstolos. Roubamos a borrachinha do coleguinha, mas temos de pensar na caridade de nós mesmo; pedimos a Deus que ninguém não nos flagre. A vida é assim... De caridades e estocadas que se faz a vida. Louvado seja, Antístenes, o kyon!

O casamento, esta desgraça!


Não precisamos desistir. Casar tem lá os seus inconvenientes, mas... De repente, dois ovões pentelhudos escapando da cueca, abolentando-se na mesa de jantar; um maridão com cara de repolho, gala rala, atafetada, tudo bem. Relaxa (op. 1). É só um resíduo de machista ali, peidando na cozinha, pedindo o café...Relaxa (op. 2). Dois dias depois, o homem está re-equilibrado, não cheira a fumo de rolo, não diz nada, parece contente vendo o jogo na tela. Dia seguinte chega estressado. "Aquele viado... Quem disse praquele viado que eu... Tomar no cu. Nunca vi cara mais idiota, então... Agora eu sou isso, aquilo, o que ele pensa de mim?" Calma, nobre cônjuge, a raiva vai passar, ele/a daqui a pouquinho te chama de meu/minha periquitinh@. Relaxa (op. 3). Sirva-lhe um brioche, um cházin, dê-lhe tempo para pensar... O cônjuge excelente é aquel@ que sabe ser paciente. Recolha as meias, a gravata e a camisa, recolha a abotoadura, o sapato e o sambão; recolha a calcinha, o sutiã, o tangão; retire aquela música horrível da vitrola... Talvez, Schubert... Casar tem estes entraves, às vezes, graves, horríveis. Mas, relaxando, tudo goza. Deixa estar... Peça para que o cônjuge do sexo masculino recolha os ovos da mesa, caso seja do sexo feminino, peça-lhe educadamente para que não sobreponha sobre a mesa os seus volumosos seios. Se o estresse for intenso conte-lhe piadas e nunca se faça de rogad@ em nada. Relaxa (op. 4).  O casamento, esta desgraça! Relaxa (op. 5).

Educação, Sexo e Vida virtual


- Manhêeeeeee, estudar serve pra que? - indaga o imberbe Joãozinho
Pacientemente, Dona Luca enumera as razões:
- Serve pra te dar estabilidade financeira, deixa você inteligente, faz de você um homem de sucesso, etc.
- Manhê, isto não procedche. Veja o Carlinho... Não estuda, não trabalha, passa horas na net conversando com uma tal de Gonorréia e a vida lhe parece bela... Manhêeeeeeee, deixe de brincandeira comigo.
- Mas, Joãozinho, você quer virar um burro quando crescer?
Joãozinho pensa... E responde:
- Ah, manhêeeeeeeeee, burro não precisa estudar, não carece trabalhar, passa a vida pastando e no final tem a égua que quiser. E a senhora, manhêeeeeeeeeeeeeee... Não estudou, né?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O homem que engravidou!

Não... Não... Não é o Arnold Schwarzenegger. Mas, a notícia deixou a Igreja de cabelo em pé. As novas questões de gênero nos trazem armadilhas linguísticas, semânticas, filosóficas, ontológicas, armadilhas do senso comum. Na imagem à esquerda vê-se um homem mastequitomizado com ovário e vagina preservados. Com ovário e vagina? Sim. Um homem com vagina e ovário. Ao lado e segurando sua barriga, a esposa feliz. Como diz Veríssimo: "Fazer árvore genealógica a partir de agora vai ser uma meeeeeeeeeeeerda". Fim das dita-duras e das dita-moles... São as práticas, os desejos que 'ditam' o que somos. Enfim, acho que até o Arnold por esta não esperava. 

Pantera, o gay X Daku, o hetero

Em quem vc cozinha?
Eu sou gay
Sou hetero, porra!

O-me-le-tchi


Speak with me... Joseph? Josehp? Djooooooooooooooooooooow... Speak with meeeeeeeeeeeeeeeee

Mi A Gue


O senhor Miague trocou o Daniel San pela Loira da Record

Primeira lição de política democrática

O barbudinho aí do lado não é Marx, não é Noé e menos ainda Jesus. Não é Barnabé, não é José, menos ainda Jessé. É cara cagada e cuspida do Sivuca, parece com Belchior, amigo primo de seu Dodó, mas não é. Pois, para quem quiser, fica sendo o filósofo grego, mendigo, miserável, flátulo irresponsável, deus-amigo dos cães que em grego se escreve kyon (ainda bem que meu grego está em dia!). O fato é que ele nos traz a lição primeira de política brasileira. Indagado por um seu contemporâneo por que pedia esmolas a uma estátua ele se vira grave, meio taciturno e diz: "Para habituar-me a pedir em vão". Todos os dias, então, colocarei aqui lições de política do velho filosófo-cão grego... Não esqueçam, seu nome é Antístene, da escola dos Cínicos. 

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Era o que? Vitamina C

Famoso por seus casos amorosos mal resolvidos, Dado Dolabela foi detido (outra vez?) nesta quinta-feira. Desta vez ele não esmurrou a Luana Piovanni, nem esbulachou a Viviane Sarahyba. Foi detido portando maconha. Claro, ele deve ter dito que era apenas usuário, que não queria ficar doidão e, provavelmente, que a maconha era pra relaxar ao som da "Inacaba" de Schubert. O fato curioso nesta detenção é que indagado sobre onde estava a canabis (sacana!) ele não depauperou da substância e respondeu: "Tá no tubo de Vitama C no compartimento da Bomba de Gasolina!". Eta, Dio mio, ma che cosa. Nem o motor escapou! E o tenente foi logo gritando: "Teje preso você também", para o carro do cantor, ator, batedor e... Etc e tal.

Gaga e Solitária


Vou confessar que não sou (nem nunca serei) muito fã da Lady Gaga; também confesso que não sei cantar sequer um trechinho de uma de suas músicas; mais, também não sabia que a Lady Gaga tinha idéias, vamos dizer, pouco convencionais sobre sexo, sobre a própria vagina, sobre heroína, cocaína e craque.  Em entrevista a uma revista famosa (Vanity Fair) ela asseverou que prefere usar cocaína, pois esta em relação à heroína é menos perigosa, uma vez que, os efeitos da cocaína são apenas depressão, medo e solidão. Isto ela tira de letra. Bem, mas o mais curioso é que a Pop do momento disse que não faz sexo temendo perder a criatividade. Disse também que é pela vagina que se perde a energia física, o vigor, o intelectual (acabou com o Espiritismo kardecista). Acho que a Lady Gaga precisa marcar com urgência com o pastor Valdomiro Santiago, pois se ele curou uma entupida (famoso caso da "Unção da Cagada": duplo sentido em todos os sentidos) de certo que irá curar os medos e as deprês vaginais que a Pop mundial vem enfrentando. O que falta agora? A Ana Maria Braga pedir em Rede Nacional que se faça uma corrente de orações para que a Gaga liberte/libere a sua perseguida.

Olho no lancêeeeeeee...


Éeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee... tcs... Goooooooooooooooooooooooool
Dona Dedé na posição em que o Guarda quase perdeu o apito...

Dilma Sapatão?

A chance de Dilma Rousselff vencer estas eleições já no primeiro turno é grande, pois ela, segundo as pesquisas mais recentes, dão-lhe 52% dos votos válidos. Mas, nos últimos dias na internet (lugar de ninguém e de todos, terra sem fronteiras e sem controle) são publicadas matérias em blogs, portais, enfim, noticiários de que a pretendente à cadeira presidencial é sapatão. Curiosamente, o seu tipo ex-gayrrilheiro não nos deixa passar sem desconfiança: será que ela é? Enfim, será, então, caso eleita, a primeira mulher sapatão (lésbica para o movimento) a ocupar um cargo de comando tão importante quanyo o da presidência. Foi a primeira mulher sapatão, então, a ocupar a chefia da Casa Civil, ministério mais importante do organismo presidencial. O fato é que para além dos boatos da net, apareceu uma mulher (Verônica Maldonado) que afirma ter sido o caso (de 15 anos) da Dilma. E a coisa não pára por aí. Como a Dilma a abandonou, segundo ela, (cf. http://movimentoordemvigilia.blogspot.com/2010/09/dilma-rousseff-e-lesbica-mas-nunca-quis.html) ingressou com uma ação indenizatória contra Dilma exigindo reparos (será que tipo de reparo?). Enfim, diz a ex-mulher de Dilma:

"Afinal nós tivemos um relacionamento durante mais de qinze (sic) anos, período em que deixei de trabalhar, estudar, apenas para ficar com ela. Acho que tenho direitos como qualquer outra mulher!


Mas, aí está a articulação da oposição. Sendo Dilma sapatão ela não tem condições morais para governar o país e sua candidatura é, portanto, ilegítima moralmente. É esta a intenção de trazer a sexualidade da candidata a público. O mesmo tentaram fazer nas últimas eleições para prefeito em São Paulo e o candidato, então, era o Cassab. A pergunta é: até quando estaremos medindo, valorizando as pessoas por suas preferências sexuais? Uma grande violência tem ocorrido na net contra a candidata do PT (Partido dos Trabalhadores). Quanto à sua suposta amante ou ex-mulher (não assumida por Dilma) que a Justiça se encarregue de lhe dar (ou não) razão (sentença favorável) caso assim se entenda. Mas, sendo a Dilma uma sapatão isto invalida a sua competência administrativa, intelectual? Enfim, "caminhando e cantando e seguindo a canção..."

Cigarro mata?


            


Duvido!

FRANÇA X INGLATERRA

Na França as coisas caminham ... caminham... caminham... Bem, o fato é que depois que os gays franceses resolveram instituir como prática sexual o Gouinage (sexo entre homens passivos (reação política contra os gays ativos quesó pensam em "enfiar") sem penetração: no Brasil o nome é "Quebra de louça") agora o negócio é maquilagem masculina. Na foto (à esquerda) um dos modelos que posou para o ensaio da WAD (revista masculina francesa). A moda é usar batom em forma de biquinho. Bem, parece que fica fofo, bonitinho, gute-gute, nana-neném. Já na Inglaterra as mulheres feministas resolveram adotar os pêlos. O slogan das feministas é "Deixem os pêlos do corpo crescerem e aparecerem e ao diabo com o que os outros pensam". Leitoras de Sartre, ao que tudo indica, de fato, reconhecem que "o inferno são os outros". Bem, poderia alguém imaginar que estamos vivendo um período de completa perversão (conceito psicanalítico ortodoxo, freudiânus). Homens se depilando (qualquer dia posto uma matéria  sobre a depilação feminina), mulheres peludas (como a monga do circo), que diabos está acontecendo? Depois da "Unção da Cagada" do pastor neo-pentecostal Valdomiro Santiago (Igreja Mundial do Poder de Deus) pêlos feminino nas axilas ou batom usado por homens é quase nada. 

Amor I love you...



O amor é mesmo surpreendente... Fechando os olhos, abrindo a boca o coração não sente nada.

Pantera

O movimento gay (peço vênia aos LGBT's) pode dizer de sua mais nova conquista. Depois do Rainbow (cigarro), Absolut (Vodca), do Guaragay (Refrigerante) e de tantas outras (cuecas, cintos, abotoaduras, etc) chegou o Pantera. Um luxo de fogão, toda bicha afetada, metida a Ofélia (não é Amélia, hein?, é Ofélia, culinarista) poderá preparar os deliciosos camarões-cinza, grandes, ao alho e óleo; toda bicha militante começará o dia de sua militância esfregando sua barriga no Pantera...Uma ótima pegação de cozinha. Enfim, o movimento gay é mesmo surpreendente. 

O professor pirou

A profissão mais miserável do mundo é a de professor. Todo mundo sabe que o car@ ganha pouco, faz de sua casa uma extensão de sua repartição de serviço: a sala de aula. Encontra marxistas tardios de estirpe stalinista gritando "fora FHC" nas ruas da Escola; enfrenta o conservadorismo dos pedagogos e o patrimonialismo dos direitores; como diz dona Neuza: "Faz das tripas coração para colocar juízo na cabeça de gente burra". Em São Paulo, na região do Litoral, em Caraguatatuba, um professor de Geografia resolveu acabar com as marxistas stalinistas, esmurrou a mesa professoral, mandou que uma aluna (aos berros) calasse a boca, pois já não aguentava mais seus xiliques feministas radicais, foi um auê. Além do mais, resolveu jogar as carteiras pelo ar e esmurrar a porta desafiando o patrimonialismo dos diretores da escola. Saldo? Mandou a educação para a puta que a pariu e Milton Santos que fosse cantar de geógrafo noutra freguesia. Deu no Jornal Hoje (Rede Globo) que o professor estava sobrecarregado, já havia pedido afastamento. Bem, a transformação era uma tragédia anunciada, mas pelo menos todos estão de sobreaviso... Quando o professor aparecer, podem correr, deu a louca no mestre.